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Retrospectivas: URSS

Ciclo de Exposições

Nesta segunda exposição temática, fazemos uma retrospectiva histórica e económica da ex-URSS através de selos, sobretudo, das décadas de 60 a 80.
Para além da sua beleza gráfica, os selos apresentados sintetizam aspectos cruciais da economia, da cultura, da política e da sociedade da ex-URSS. Os primórdios da investigação espacial, o desenvolvimento tecnológico e a exaltação da sociedade operária, são alguns exemplos dos temas abordados nesta exposição.

União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.)
Foi o maior país do mundo e a nação comunista mais poderosa entre 1922, quando foi criada, até Dezembro de 1991, quando foi extinta. A União Soviética era formada por 15 repúblicas socialistas - Federação Russa, Bielo-Rússia, Ucrânia, Letónia, Estónia, Lituânia, Arménia, Azerbeijão, Geórgia, Casaquistão, Quirguízia, Uzbequistão, Tajiquistão, Moldávia e Turcoménia. Ocupando mais da metade da Europa e quase 2/5 da Ásia, cobria mais de 1/7 da superfície terrestre.
A União Soviética era maior do que quatro continentes - América do Sul, Antártida, Europa e Oceânia. Apenas a China e a Índia tinham mais habitantes do que a União Soviética. Moscovo era a capital e a maior cidade da União Soviética. O nome oficial do país, em russo, era Soyuz Sovetskikh Sotsialisticheskikh Respublik. No alfabeto russo, as iniciais destas palavras são C.C.C.P. O país era comummente chamado, em português, de União Soviética. Todo esse império desmoronou com a crise do socialismo no final dos anos 80 e a abertura política implementada pelo seu último presidente Mikhail Gorbachev.
Com o fim da repressão e o enfraquecimento do poder central, várias repúblicas que haviam sido anexadas à União, pela força, retomaram os movimentos separatistas que haviam sido sufocados pela repressão, no período do comunismo. Estes movimentos, que começaram pelas chamadas repúblicas bálticas (Lituânia, Letónia e Estónia), espalharam-se para outras repúblicas e tornaram insustentável a manutenção da União. O golpe de misericórdia no socialismo e na União Soviética foi o fracassado golpe militar de Agosto de 1991, quando militares e membros conservadores do Partido Comunista prenderam o então presidente Gorbachev.

Quem defendeu a abertura política foi o então presidente do Soviete Supremo Bóris Yeltsin. A população, chamada por ele, foi para as ruas e os soldados recusaram-se a reprimir o povo. Com a popularidade em alta, Yeltsin assumiu a presidência da Federação Russa, a maior das repúblicas da União Soviética, e deixou de reconhecer o poder de Gorbachev. Em 25 de Dezembro de 1991, Gorbachev assinou o decreto que pôs fim a União Soviética, 69 anos após a sua criação. Para organizar a transição do regime federativo para o de total independência, as ex-repúblicas soviéticas criaram, em 1991, a Comunidade dos Estados Independentes (CEI), que congrega quase todos os países da antiga União Soviética com excepção das repúblicas bálticas - Letónia, Estónia e Lituânia - e da Geórgia, que só aderiu em 1996.
Entretanto, a maioria das ex-repúblicas soviéticas aderiram à União Europeia em 2005 e 2007.

Publicado em: 14-04-2008


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