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Internacionalização da cortiça

Diplomado e colaborador do ISVOUGA identifica fatores críticos de sucesso da internacionalização da indústria da cortiça.

Licenciado em Gestão de Empresas no ISVOUGA e atual colaborador desta instituição de ensino superior, promove estudo, no âmbito de tese de mestrado em Finanças sobre fatores críticos de sucesso da internacionalização da indústria da cortiça.

Na sequência de tal estudo, André Marques conclui que da sua amostra constituída por cerca de 150 empresas, em média, o peso das exportações na faturação, entre 2009 e 2011, teve uma evolução positiva de cerca de 2,5%.

De entre os fatores que mais terão contribuído para o aumento do impacto das exportações e do reforço da competitividade da cortiça portuguesa, André Marques identifica o preço, associado a custos fixos e variáveis mais baixos e o superior nível de eficiência produtiva, sem dúvida sustentado pelo “know-how” português. Destaquem-se ainda a superior qualidade da matéria-prima, as economias de escala conseguidas como maior produtor e o investimento comercial, com vista à preservação do conseguido estatuto de vanguarda no setor. O investimento em nichos de mercado, nomeadamente, em aplicações ligadas ao vestuário e ao calçado, a certificação e o desenvolvimento de planos de marketing são apostas estratégicas para a criação de valor acrescentado.

Como estratégias de internacionalização adotadas, André Marques identifica várias, que diferem em níveis de complexidade consoante a dimensão das empresas que as impulsionam, podendo passar por estratégias de mera venda ocasional/esporádica em mercados externos; pelo recurso a agentes e distribuidores locais ou intermediários até à exportação direta e investimento direto e, por esta via, pelo controlo da cadeia de distribuição, situação que, face às dificuldades de acesso ao crédito e à ausência de capitais próprios, é, sobretudo, apanágio das grandes empresas.

A expansão para mercados emergentes, como o Brasil e a China e a inovação através do desenvolvimento de novas aplicações para a cortiça, surgem-nos, nas conclusões de André Marques, como perspetivas para o reforço desta tendência de crescimento de um setor que ainda que constituído por uma maioria de empresas de pequena e média dimensão, emprega cerca de 12 mil pessoas.

Publicado em: 17-01-2013


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