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E o mercado de Trabalho
Em jeito de tertúlia, o ISVOUGA refletiu e analisou, no passado dia 28, um conjunto de questões relacionadas com o ingresso no mercado de trabalho.
Destacando-se a importância atribuída às competências transversais: sentido de responsabilidade, flexibilidade, disponibilidade e iniciativa, trocaram-se animadamente algumas impressões sobre o que fazermos para nos posicionarmos melhor relativamente a essa etapa fundamental das n/ vidas.
De entre as várias conclusões a que os dinamizadores António Cortez, Teresa Leão, Vasco Soares e público presente chegaram, relevou-se a importância de:
- se diferenciar o currículo académico, enriquecendo-o com formação em línguas ou outras formações que nos especializem em determinados domínios.
- nunca dizer que não às oportunidades de mostrarmos o n/ potencial, pois nunca se sabe o que um estágio, colaboração ou situação de voluntariado nos pode dar “de volta”…Se formos “bons” alguém pode reparar em nós e …dar-nos uma oportunidade nova e diferente.
- Ver em cada nova experiência de trabalho um investimento, no sentido em que se conhecem as organizações por dentro e nos estamos a preparar para as enfrentar, no futuro, com outra assertividade e determinação.
- Trabalhar a n/ própria personalidade, fazendo por refletir nos n/ pontos fracos e da mesma forma que reforçamos os n/ conhecimentos para virmos a ser mais competitivos, fazer um esforço/trabalhar mentalmente para assumirmos a atitude/comportamento certo perante o trabalho.
- Olhar a entrevista como um momento em que se vai transmitir uma primeira impressão do que somos, mas estar consciente que trabalhar é estar sempre à prova, pelo que a atitude confiante e enérgica do momento da entrevista é a que teremos
que ter pela vida fora.
- Ser social e sociável, atuando na vida particular com disciplina, boa-vontade e perseverança. Conhecendo-se muita gente, há mais hipóteses de termos alguém que nos referencie e se formos “de confiança”, as hipóteses aumentam “n” vezes.

Publicado em: 01-03-2013
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